Apuã, filho de Tupã, o deus do trovão, herdou de seu pai sua divindade e a capacidade de manipular os raios e trovões. Contudo ele desistiu de sua imortalidade, junto a Iraci, para tornarem-se índios na floresta pessoense. Apuã era um índio forte, 100 homens não conseguiriam fazer o que ele faz, os músculos salientes e rígidos faziam dele o mais atrativo índio da região, além de sua sabedoria demasiadamente grande para caber em seu cérebro, se fosse apenas humano.
sábado, 17 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
O meio ouvir
Há um tempo fiz um texto chamado Subconjuntos Musicais, nele dividi a música em três subconjuntos não nomeados. Num deles encontram-se as músicas que procuram trazer uma mensagem para quem houve, aquelas que fazem parte da história.
Hoje (03/01/2015), ouvi a música "O Resto do Mundo" do Gabriel, O Pensador, onde há um trecho que diz "o meu sonho é morar numa favela, eu queria morar numa favela". Lembro que há alguns anos enquanto ouvia essa mesma música em casa de minha mãe, ela questionou-me enquanto rodava
Hoje (03/01/2015), ouvi a música "O Resto do Mundo" do Gabriel, O Pensador, onde há um trecho que diz "o meu sonho é morar numa favela, eu queria morar numa favela". Lembro que há alguns anos enquanto ouvia essa mesma música em casa de minha mãe, ela questionou-me enquanto rodava
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Machado de Assis, A Igreja do Diabo
Recomendado para uma leitura breve e com bom teor de reflexão sobre a variação constante que existe na vida dos seres humanos, em seus costumes e vontades.
Download: Machado de Assis, A Igreja do Diabo.
Download: Machado de Assis, A Igreja do Diabo.
O Nascimento do Universo
Luce, a portadora da Luz, sentada em seu balanço cósmico, entoava um doce cântico universal, do ar que era expelido de sua boca cantante surgiam grandes e densas quantidades de energia em forma de luz e calor numa fosca nuvem, que sumiam indo para lugar algum. Não muito longe dali, seu irmão Materíus, o portador da Matéria, corria alegremente, sem um lugar específico à ir, apenas corria e de seus pés surgiam diversos e pequenos aglomerados com infinitas rochas grotescas, sem vida, inertes na imensidão.
domingo, 4 de janeiro de 2015
O Caderno
Quem em sã consciência, nos dias de hoje, se questionado: "Você sabe para que serve um caderno?", responderia: "Não faço ideia!". Suponhemos, entretanto, que essa pessoa exista, e, assim como um inocente bebê, não faça ideia de como um caderno funcione.
Pensemos na experiência mágica que seria para esse ser encontrar um caderno em cima de um móvel de sua casa e ver que, ali, há duas ou três páginas escritas com o começo do que parece ser uma
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